Diego Francisco, empresário do ramo de vidraçaria, viralizou nas redes sociais na terça-feira (4/8), ao apontar defeitos na arquitetura e construções internas do Museu do Louvre, em Paris. O vidraceiro mostrou detalhes da famosa pirâmide invertida do museu e fez críticas sobre o acabamento: “agora, esse vidraceiro que fez isso aqui, pensa em um vidraceiro ruim”, diz ele no começo do vídeo.
Com tom bem humorado, Francisco, filma as quinas, encontros e dobradiças do vidro. “Fui a Paris conhecer um dos museus mais famosos do mundo, mas quem trabalha com vidro não consegue tirar férias do olhar técnico”, escreveu ele na legenda. “Enquanto todo mundo admirava a Mona Lisa, eu estava analisando instalação, acabamento, alinhamento e montagem dos vidros”.
O profissional deu ênfase nos cantos da escultura, que pareciam desalinhados ou tortos. Com a câmera, Francisco faz questão de focar a escultura para comentar os defeitos.
A publicação já atingiu cerca de 6 milhões de visualizações no Instagram e fez milhares de internautas se divertirem com o vídeo. “O arquiteto das pirâmides egípcias não deixava passar isso não”, comentou um usuário. “As pedras de Machu Picchu feitas há mais de 2 mil anos e pesando toneladas são mais bem alinhadas”, escreveu outro perfil.
Diversas pessoas riram do fato de Francisco estar de férias, mas ao mesmo tempo não deixar de pensar no trabalho. O empresário, inclusive, utilizou a publicação para chamar a atenção para seu negócio, a JC Temper, localizado em Goiânia. A empresa fornece vidros, espelhos, ferragens e alumínios para profissionais da construção.
“‘Vou viajar e relaxar’. Eu no primeiro ponto turístico, me estressando com o vidro”, brincou outro comentário.
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A pirâmide
A Pirâmide Invertida do Louvre (Pyramide Inversée) foi projetada pelo arquiteto sino-americano Ieoh Ming Pei como parte do projeto Grand Louvre e inaugurada em 1989, junto com a grande pirâmide de vidro. A estrutura está localizada no Carrousel du Louvre, centro comercial subterrâneo que dá acesso ao museu, e funciona como uma claraboia que ilumina o átrio inferior.
Menor que a pirâmide principal, ela é formada por 84 losangos e 28 triângulos de vidro e é considerada um dos grandes desafios técnicos do projeto.
Além de ampliar a entrada subterrânea do museu, a obra consolidou a modernização do Louvre e reforçou a identidade arquitetônica do complexo, que passou a reunir cinco pirâmides de vidro.
Fonte:Revistapegn