Rio Ivinhema sobe e alaga casas de verão na região

A elevação do nível do Rio Ivinhema, que subiu 4  metros, deixou casas de veraneio alagadas na região. Os imóveis ficam às margens do rio e são utilizados por proprietários para passar férias e fins de semana.

De acordo com o coordenador da Defesa Civil do município, Divaldir Fialho, as ocorrências não provocaram desabrigados entre as famílias ribeirinhas. São três famílias que vivem por lá e não tiveram as casas inundadas, pois os imóveis não ficam diretamente na beira do rio.

“Essas três casas não estão na beira do rio, então não foi inundada, não desabrigou ninguém. Essas outras casas, o pessoal só chega de barco, o prejuízo é só material deles”, explicou.

O coordenador também informou que a situação na área urbana está tranquila após os estragos provocados por um vendaval. Conforme Divaldir, as famílias afetadas já receberam atendimento, e as casas danificadas foram cobertas. Os prejuízos registrados nos distritos e na cidade também estão sendo recuperados.

“Na cidade está tudo tranquilo, teve um vendaval, mas as famílias já foram atendidas, na cidade alguns estragos que fez está sendo recuperado”, completou.

Outro ponto de atenção é a BR-141, sob responsabilidade da Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos). O Campo Grande News entrou em contato com a Agesul e aguarda o retorno.

Segundo a Defesa Civil, parte da rodovia está sinalizada para alertar os motoristas e evitar acidentes.

Casa de veraneio alagada em Ivinhema (Foto: Divulgação/Defesa Civil)

“Na cidade está tudo tranquilo, teve um vendaval, mas as famílias já foram atendidas, na cidade alguns estragos que fez está sendo recuperado”, completou.

Outro ponto de atenção é a BR-141, sob responsabilidade da Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos). O Campo Grande News entrou em contato com a Agesul e aguarda o retorno.

Segundo a Defesa Civil, parte da rodovia está sinalizada para alertar os motoristas e evitar acidentes.

Valeta e erosão na BR-141, que liga Ivinhema a Angélica (Foto: Divulgação/Defesa Civil)

Acumulado de chuvas no mês – A primeira quinzena de outubro foi marcada por volumes expressivos de chuva em Mato Grosso do Sul. Entre os dias 1º e 15, os acumulados superaram a média histórica esperada para o mês inteiro em grande parte do Estado.

Os maiores volumes foram registrados em Itaquiraí, com 297,8 milímetros; Paraíso das Águas, com 294,6 milímetros; e Dourados, com 290,4 milímetros.

Em Campo Grande, o acumulado chegou a 272,8 milímetros, volume equivalente a 81% acima da média climatológica mensal.

Fonte:Campo Grande News

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