IBGE prorroga inscrições para processo seletivo com 8,2 mil vagas temporárias

Seleção oferece salários de até R$ 4 mil e vai contratar profissionais para atuar no Censo Agropecuário previsto para 2027

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) prorrogou até 9 de julho o prazo de inscrição para o processo seletivo com 8.238 vagas temporárias em todo o país. A contratação vai reforçar as equipes que atuarão no Censo Agropecuário, Florestal e Aquícola, previsto para começar em janeiro de 2027.

As oportunidades são para candidatos de níveis médio e superior, com salários que variam de R$ 2.128 a R$ 4.008, conforme o cargo. Entre as funções previstas estão postos de agente administrativo, agente de informática e supervisor regional.

A taxa de inscrição é de R$ 53 e o pagamento deve ser feito pelo site do Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação (IBFC), banca responsável pela organização da seleção. Candidatos inscritos no Cadastro Único (CadÚnico) e doadores de medula óssea podem solicitar isenção da taxa, desde que cumpram as exigências previstas no edital.

A seleção será realizada em etapa única, por meio de prova objetiva, marcada para 27 de setembro. O exame terá 60 questões de língua portuguesa, raciocínio lógico, geografia e conhecimentos específicos. A divulgação do resultado final está prevista para 18 de dezembro.

Os aprovados serão contratados inicialmente pelo período de um ano, com possibilidade de prorrogação. Além do salário, os profissionais terão direito a benefícios como auxílio-alimentação de R$ 1.192, auxílio-transporte, auxílio pré-escolar, férias e 13º salário proporcional. Parte da remuneração também poderá variar de acordo com critérios de produtividade.

O edital prevê reserva de vagas para grupos específicos. Do total, 25% são destinadas a pessoas pretas e pardas, 5% a pessoas com deficiência, 3% a indígenas e 2% a quilombolas.

Realizado a cada dez anos, o Censo Agropecuário, Florestal e Aquícola levanta informações sobre produção rural, estrutura fundiária, criação animal, atividades aquícolas, uso da terra e condições de trabalho no campo. Os dados servem de base para políticas públicas, planejamento econômico e análise da realidade produtiva brasileira.

Fonte: IBGE

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