Capital terá programação astronômica para observação da Lua Azul

O Clube de Astronomia Carl Sagan realizará, neste sábado (30), uma noite de observação astronômica no Planetário da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), em Campo Grande. O evento ocorrerá das 18h30 às 20h30, terá entrada gratuita e contará com observação da chamada “Lua Azul”, além de sessões imersivas e atividades científicas abertas ao público de todas as idades.

A programação permitirá a observação da Lua cheia, constelações e outros astros visíveis no céu noturno com auxílio de telescópios. Segundo os organizadores, a proposta é oferecer um momento de contemplação e aprendizado sobre astronomia e ciência.

Esta edição acontecerá em um novo espaço, o Planetário da UFMS, que receberá simultaneamente sessões imersivas para os visitantes. As atividades terão distribuição de senhas, com capacidade para 35 pessoas por sessão.

O evento também terá participação do projeto DemoFísica, que realizará experiências científicas durante a programação. A iniciativa busca aproximar o público da ciência por meio de demonstrações práticas e interativas.

A observação coincide com a ocorrência da “Lua Azul”, fenômeno registrado quando duas luas cheias acontecem no mesmo mês. Maio começou e terminará com Lua cheia, situação considerada incomum no calendário lunar.

Apesar do nome, a Lua não ganha coloração azul. A expressão surgiu há séculos para descrever acontecimentos raros. Em inglês, o fenômeno originou a expressão “once in a blue moon”, usada para situações pouco frequentes.

A chamada “Lua Azul” também foge dos nomes tradicionais atribuídos às luas cheias ao longo do ano, normalmente relacionados às estações ou períodos climáticos, como “Lua das Flores”, “Lua da Colheita” e “Lua Fria”.

O Planetário da UFMS fica no campus da universidade, situado na Avenida Costa e Silva, região do bairro Pioneiros, em Campo Grande.

Fonte:CampoGrandenews

Related posts

Pantanal reduz desmatamento em 48%, mas ainda perde 12 mil hectares

Jornada 5X2: Aurora terá que contratar mais 11 mil pessoas ou reduzir produção

A União vai aportar R$ 3,6 bilhões para ressuscitar ferrovia de 1.625 km abandonada que liga Corumbá a São Paulo