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Perdas na soja se aproximam dos R$ 5,00 

No mercado da soja do Rio Grande do Sul, as baixas voltam para buscar os avanços da semana, com perdas de até R$ 4,50, segundo o que informou a TF Agroeconômica. “Os preços vistos no porto para entrega ainda neste mês e recebimento em junho de 2022 bateram em R$ 178,00, queda de R$ 2,50 em relação as últimas indicações. Os preços de pedra por sua vez alcançaram os patamares de R$ 158,00, se desvalorizando em R$ 2,00. Por fim, no mercado de lotes, as fábricas contaram com predominância no mercado, portanto a maior relevância esteve em suas cotações”, comenta.

O mercado de Santa Catarina, a exemplo de ontem, continua em queda, onde as sacas se desvalorizam em outros R$ 4,00. “Nesta quinta-feira o grande baque que já estava a demorar foi sentido, com a falta de oferta juntamente a dissolução da demanda dada a competição, os preços deslizaram sem segurança. O dólar até se recuperou um pouco subindo em 0,29%, mas não abatendo nem 1/3 das perdas de ontem. Chicago contou também com nova perda de outros 1,63% sendo o golpe final nos preços para o Brasil”, completa.

Paraná ainda em queda, perdas de mais R$ 1,50/saca em Paranaguá. “Os volumes que continuam insistindo em permanecer guardados só perdem terreno. O lucro mostra-se cada vez menor e o potencial de valorização cai de forma diretamente proporcional. Os preços pelas medidas do dólar e Chicago ficaram negativas em 1,34%, mas, com o quadro de demanda interna do Estado a situação se vê ainda mais crítica, nada de volumes foi escoado hoje”, indica.

Com quedas de R$ 3,00/saca nos preços, o mercado do Mato Grosso do Sul continuou na defensiva. “A fragilidade da demanda interna continua chamando atenção, não há muita demanda e mesmo que houvesse, o produtor se mostra especialmente defensivo, nada acontece no mercado a mais de uma semana, os volumes guardados custando em forma de armazenamento se mostram cada vez mais pesados e é aconselhado que uma decisão seja tomada pois no curto prazo não há previsão de retornos consideráveis de preços”, conclui.

Fonte: Agrolink

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