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Fora da zona de alerta, taxa de ocupação de UTI Covid cai para 34% em MS

Mato Grosso do Sul continua fora da zona de alerta para ocupação de leitos no país. O Estado está classificado com a bandeira verde no mapa desde o final de julho. Os dados foram divulgados na edição extraordinária do Boletim Observatório Covid-19 Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) de quarta-feira (8) e apontam uma queda na ocupação dos leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) para pacientes com coronavírus.

Dados do boletim desta semana apontam que a taxa de ocupação de leitos de UTI para pacientes graves de covid caiu para 34% em Mato Grosso do Sul. Na edição passada, o Estado estava com 37% de ocupação nos hospitais.

A edição do boletim revela a melhora nas taxas de ocupação de leitos de UTI para adultos no SUS (Sistema Único de Saúde). A melhora tem sido percebida há semanas e agora mais de 90% das unidades da Federação e 85% das capitais estão fora da zona de alerta (taxas < 60%). A Fiocruz aponta que Roraima (82%) é o único estado na zona crítica, com índice superior a 80%, mas encontra-se em situação particular de poucos leitos disponíveis.

Dados da Fiocruz ainda apontam que Campo Grande tem uma taxa de ocupação de leitos em 39%. Atualmente, somente duas capitais brasileiras estão com taxas de ocupação de leitos de UTI Covid-19 superiores a 80%: Boa Vista (82%) e Rio de Janeiro (94%).

Cuidados com a variante Delta

Mato Grosso do Sul registrou nesta semana os primeiros casos confirmados da variante Delta. Mais transmissível, a nova cepa estava circulando no Estado desde julho. No último boletim, a Fundação alertou sobre o perigo da nova cepa. 

“A vacinação precisa ser acelerada e ampliada. Coloca-se o desafio para os gestores de conciliar a administração da segunda dose para quem recebeu a primeira, o reforço para os idosos que receberam a segunda há mais de seis meses e a ampliação da vacinação aos adultos ainda não vacinados, assim como adolescentes e crianças. A vacinação de gestantes também é uma meta a ser perseguida”, orientam especialistas da Fiocruz.

 

 

Fonte:MM

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