Dona do Ozempic e Eurofarma anunciam parceria para lançar novas canetas no Brasil


Fabricante do Ozempic, a Novo Nordisk anunciou uma parceria com a Eurofarma para comercializar novas marcas de canetas da semaglutida biológica injetável no país. A empresa afirma que a medida busca ampliar o alcance da molécula, levando-a a farmácias e regiões atualmente não atendidas pela Novo Nordisk.

As novas canetas terão como princípio ativo a Semaglutida, mesma substância já presente no Ozempic. Serão comercializadas com duas marcas: Poviztra, com bula voltada para o tratamento da obesidade e do sobrepeso com comorbidades associadas, e Extensior, voltada para o tratamento do diabetes tipo 2. A chegada às farmácias está prevista para outubro.

“Esta parceria é um passo estratégico para garantir que nossa inovação chegue a ainda mais pessoas em todo o Brasil, com a mesma confiança e qualidade de sempre”, afirma Allan Finkel, Vice-Presidente Novo Nordisk Latam e Brasil.

“A Eurofarma traz a experiência e a capacidade da sua força de vendas para ampliar o alcance desses produtos, dentro de um projeto que contempla forte compromisso com médicos e pacientes, excelência científica, inovação e robusta capacidade de execução local”, destaca Renata Campos, CEO Brasil da Eurofarma.

Como funciona o Ozempic
A semaglutida, substância presente no Ozempic, pertence a classe dos agonistas do GLP-1 (ou agonistas do receptor do peptídeo-1 semelhante ao glucagon), medicamentos usados no tratamento do diabetes tipo 2 e, em alguns casos, para perda de peso. Eles imitam a ação de um hormônio natural, o GLP-1, reduzindo a glicose no sangue e aumentando a sensação de saciedade.

A dinamarquesa Novo Nordisk já comercializa a semaglutida com duas marcas: Ozempic e WeGovy.

Outros medicamentos similares disponíveis no Brasil incluem:
Liraglutida (presente no Saxenda, da Novo Nordisk, e no Olire, da EMS);
Dulaglutida (presente no Trulicity, da Eli Lilly);
Exenatida (presente no Byetta, da Eli Lilly);
Tirzepatida (presente no Mounjaro, da Eli Lilly).

Fonte: Estadão

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