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Menino de 5 anos morre por covid-19, primeira vítima criança em MS

Boletim epidemiológico da covid-19 registrou óbito de uma criança de cinco anos, residente de Ponta Porã, que havia sido atendida em Dourados. Portadora de asma, obesidade e autismo, a vítima faleceu nesta terça-feira (27).

A SES (Secretaria Estadual de Saúde) informou que investiga a morte da criança como suspeita da SIM-P (Síndrome Inflamatória Multissistêmica Pediátrica). É a terceira suspeita, a primeira notificação de agosto foi descartada e da adolescente de 15 anos que morreu na semana passada ainda está em investigação.

A SIM-P se manifesta em crianças e adolescentes de 4 a 17 anos e os sintomas podem aparecer meses depois da covid-19. Os pais devem ficar atentos a febre alta e persistente, o inchaço das mãos e pés, dores abdominais, diarreia, vômito, confusão mental e vermelhidão nos olhos.

Boletim atualizado – Mato Grosso do Sul chega a 81.033 casos confirmados desde o início da pandemia. Além da morte em Ponta Porã, Ladário confirmou morte de uma idosa, de 60 anos, que era diabética e hipertensa. Miranda registrou óbito de um idoso, de 72 anos, que possuía diabetes e hipertensão, além de Paranhos, que registrou óbito de idosa, de 76.

Campo Grande não registrou nenhuma morte pela doença nas últimas 24 horas. A cidade que confirmou 182 casos, chega a 35.475 casos confirmados da doença. Ao todo, a Capital tem 670 mortes confirmadas desde o início da pandemia.

Quatro novas mortes e 1.570 mortes desde o início da pandemia. Mesmo com o número caindo a cada dia, a gente chama a atenção pela presença da doença, já que temos 495 novos casos da doença, reforçou o secretário Estadual de Saúde, Geraldo Resende, durante transmissão desta manhã (28).

A média móvel no Estado está ajustada em 381.9 casos por dia, nos últimos sete dias, o que “mostra que a doença está muito presente, apesar do decréscimo do número de mortes”, segundo Resende.

Além disso, ao anunciar que 390 pacientes ocupam leitos hospitalares em MS, a secretária adjunta em Saúde Chrstinne Maymone reforço que o momento é de “não relaxar nenhuma medida que pregamos”. “Nos baseamos em evidencias cientificas, tem cidades com maiores números que outras. E que você possa se afastar de aglomerações, ter distanciamento, uso de máscara e higiene das mãos. Para salvar a vida das pessoas que nós amamos”.

 

 

Fonte:CGN

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