Em seminário, empresários ensinam como investir nos EUA
2018-11-09 12:17:10
Empresários campo-grandenses participam nesta sexta-feira (9) de um seminário sobre as melhores formas de investir nos Estados Unidos. Esse tipo de aplicação é um dos caminhos para quem deseja migrar para o país norte-americano legalmente, desde que a quantia seja correspondente a pelo menos US$ 500 mil.

Manuel Ortiz, diretor da empresa Civitas, sediada em Dallas, no Texas, vai dar dicas de como começar essa empreitada com segurança. Um dos criadores da empresa é o democrata Rafael Anchia, eleito nesta semana como deputado pelo estado sulista. Ele está na Capital e deveria participar do evento, mas teve um problema de saúde e acabou ficando no hotel onde está hospedado.

Ortiz explica que existe, por exemplo, a possibilidade de o investidor começar a operar aqui no Brasil, desde que tenha alguma intermediadora que transmita confiança.

“Eles podem participar ou ter parceiros que podem trazer recursos também. Esta é uma oportunidade de diversificar o portfólio do investidor que está aqui no Brasil e ao mesmo tempo é um canal para trazer investimentos de fora”, afirma.

Outra dica do diretor da Civitas é não investir em uma única área, mas diversificar as aplicações. “Dentro dessa diversificação, o investimento alternativo é apenas um percentual, por exemplo, para desenvolver um centro de convenções, ou um hotel. Você põe uma parcela do seu dinheiro e tem um retorno decente e seguro”, afirma Ortiz.

Normalmente esse tipo de empresa abre um fundo, os investidores compram cotas dele e essa companhia limitada financia algum projeto nos Estados Unidos e depois de um tempo repassa os retornos financeiros.

“Criam oportunidades, chamam por exemplo parceiros da construção civil ou da administração e orquestram tudo para produzir retorno. A pessoa investe daqui fazendo o aporte lá. Não pode ser qualquer um, a pessoa tem que entender o que está fazendo”, conta o diretor da Civitas.

Nesse meio tempo, o empresário pode solicitar o green  card para ele e toda a família para viver nos Estados Unidos enquanto o dinheiro estiver rendendo, fazendo com que os jovens tenham acesso a todo o sistema de educação norte-americano. Ao fim do período de rentabilidade, a pessoa pode fazer uma nova aplicação para continuar morando fora ou retornar ao país de origem.

“Nosso objetivo não é vir aqui pegar as pessoas e levar para os Estados Unidos, mas dar acesso aos empresários que querem morar lá e por isso, o green card é melhor que o visto de turista, pois com ele a pessoa pode trabalhar, abrir negócios e educar os filhos”, completa.
Fonte: CGN
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