Lummertz quer menos burocracia para alcançar 12 milhões de turistas
2018-05-09 07:48:35

Aproveitando a celebração do Dia Nacional do Turismo nesta terça-feira (8), o novo ministro da pasta, Vinicius Lummertz, falou sobre as oportunidades e desafios do setor, além de fazer um breve balanço sobre as últimas ações do governo na área.

Em 2017, o Brasil registrou um crescimento no Turismo acima da média da economia global – de 7%, com contribuição de US$ 8,3 trilhões para o PIB mundial.

“O Turismo vem ganhando cada vez mais importância no Brasil, com R$ 520,5 bilhões em contribuição para a economia, sete milhões de empregos gerados e 206 milhões de viagens domésticas, apesar de estarmos aquém do nosso potencial”, declarou Lummertz.

O ministro salientou, ainda, algumas medidas já implementadas que visam alavancar o crescimento do setor, entre elas a implantação do visto eletrônico para o Japão, os Estados Unidos, o Canadá e a Austrália, a regulamentação dos voos charteres, a aprovação no Senado do “Céus Abertos” e a isenção temporária de impostos para a importação de equipamentos de parques temáticos.

Outras iniciativas previstas são o envio ao Congresso das propostas para ampliar a participação do capital internacional nas aéreas brasileiras, transformar a Embratur em agência e modernizar a Lei Geral do Turismo. Além disso, Lummertz também frisou a parceria com o Sebrae e o BNDES.

Captação de Turistas
O ministro falou, também, sobre os planos do governo para o maior desafio do tarde, o ambiente de negócios. “Nossa meta é chegar a 12 milhões de turistas internacionais (hoje são 6,6 milhões), 100 milhões de turistas domésticos viajando dentro do País (hoje são 60 milhões) e gerar dois milhões de novos empregos pelo setor, saindo de sete milhões para nove milhões até o ano de 2022”, estimou.

Para Lummertz, a solução passa pela desburocratização dos processos e também no projeto de lei 2724 que, entre as ações, prevê a modernização da Lei Geral do Turismo. “São 118 mudanças propostas para desburocratizar o setor e dar mais segurança para a iniciativa privada desenvolver a economia, gerando emprego e renda ao povo brasileiro.”

Fonte: PR
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