Pelé e Putin marcarão presença em abertura; Maradona aparecerá em telão
2017-06-16 11:52:44

Abertura da Copa das Confederações contará com a presença dos dois camisas 10 mais famosos da história do futebol. Um em carne e osso na Arena Zenit, outro só no telão: Pelé está na Rússia para compromissos de um patrocinador e foi convidado pela Fifa para assistir ao duelo entre os donos da casa e a Nova Zelândia, enquanto Diego Maradona aparecerá no telão em uma mensagem contra o racismo. O presidente da Rússia, Vladimir Putin, também é esperado.

Pelé chegou durante a semana ao país e participou nesta sexta do evento de um dos seus patrocinadores na capital. No sábado, a Fifa o espera para ver ao vivo a partida de abertura na Arena Zenit. O jogo começa às 12h (de Brasília) e terá transmissão ao vivo do SporTV, SporTV.com e SporTV Play.

Já Diego Maradona, que mora nos Emirados Árabes, gravou um vídeo durante o último congresso da Fifa no Bahrein. A mensagem faz parte de uma campanha lançada pela Fifa contra a descriminação no futebol. Segundo a secretária-geral Fatma Samoura, a entidade decidiu adotar “tolerância zero” contra racismo e ataques homofóbicos nos estádios e a fiscalização na Copa das Confederações será rigorosa.

Outra presença esperada na Arena Zenit é a do presidente da Fifa, Gianni Infantino, que durante esta semana não compareceu aos eventos oficiais do torneio e tem chegada programada a São Petersburgo para a tarde desta sexta.

Mas é a visita de Vladimir Putin que deverá mexer ainda mais com a rotina de São Petersburgo, cidade-natal do presidente da Rússia. Além de todos os preparativos para o jogo, a segurança no local será reforçada para a passagem do político.

Questionado se teme protestos de grupos de oposição durante a estadia de Putin, o mandatário do Comitê Organizador Local (COL), Vitaly Mutko, chegou a ironizar os problemas enfrentados pelo Brasil na Copa das Confederações de 2013:

- Não estamos esperando confrontos, talvez você esteja falando do Brasil, sobre o que aconteceu lá. Não sei... Aqui, neste país, vivemos em uma situação política estável. Somos um país aberto, mas temos normas e procedimentos para quem quer protestar.

Fonte: Ge
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